sexta-feira, 28 de dezembro de 2007
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
Você esperademais das pessoas, ou perdoa sem problemas?

A cada dia que se passa parecemos esquecer que somos tão imperfeitos quanto aquelas pessoas que nos desapontaram ou nos magoaram.
Muitas vezes nos magoamos com as pessoas por esperar demais delas. Esperar por algo que não tem ou não estão prontas para dar. E creio que fazemos isto o tempo todo com pessoas diferentes.
Temos que lembrar que não somos completos, é por isto que precisamos um dos outros, e pode ser que uma pessoa te desaponte por não ter o que esperava dela, ou ainda não desenvolveu o naquilo que deveria ser.
Existem diferentes personalidades e cada uma com a suas qualidades e defeitos. Temos que ter cuidado para não esperar de alguem mais do que ele tem para dar. Por exemplo: Algumas pessoas são lideres natos, tem um dom especial para falar, para estar na frente, enquanto outros tem um dom de ouvir e servir. Não podemos esperar que o primeiro esteja tentoa todas as necessidades praticas, pois não é parte de quem ele é, ou esperar que o segundo suba no palco e lidere um grande grupo de pessoas.
Este é um pequeno exemplo, mas aplique isto na sua vida. Comece a pensar nas pessoas que te feriram e no qual espectativa você tem dela, e se esta pessoa relamente tem o que você espera dela.
Eu mesma descobri que tenho 2 pessoas importantes na minha vida e que se as duas fisesem a mesma coisa comigo eu perdoaria facilmente uma delas enquanto outra eu nao perdoaria tão rapido, pois esperava muito dela. Então percebi que estava esperando um pouco demais desta pessoa, que ela tinha limitações.
Vale a pena parar e pensar nestas coisas. Olhar tambem o ponto de vista das outras pessoas. Assim conseguiremos perdoar as falhas deles mais facilmente. Afinal, nem mesmo Jesus que era perfeito se encaixou nos padrões de sua época e ante as expectativas de grandes lideres de sua época. Ele simplemente foi quem Ele era, e quem entendeu isso se beneficiou de sua graça.
A verdade sobre o natal (parte 2)

A verdade sobre o natal (parte 2)
A origem da festa:
A festa tem origem na antiga Babilônia de Ninrode. Na verdade, suas origens datam imediatamente após o dilúvio. Ninrode era Bisneto de Noé e neto de Cão. Foi o fundador do sistema de impérios e governos de homens baseados no sistema econômico de competição e de lucro. Ninrode Construiu a Torre de Babel, a Babilônia primitiva, a antiga Nínive e muitas outras cidades. Ele organizou o primeiro reino deste mundo. O seu nome em hebraico deriva de "Murad" que significa "ele se rebelou".
Através de documentos antigos sabe-se muito sobre este homem que se afastou de Deus. Ele era perverso e casou-se com uma mulher corrompida chamada Semíramis. Após sua morte prematura, sua mulher propagou a doutrina de que Ninrode sobrevivia como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta e simbolizava o desabrochar de Ninrode para uma nova vida.
Semíramis teve um filho chamado Tamuz (não se sabe se era filho de Ninrode ou se era bastardo), mas ela alegou estar grávida da reencarnação de Ninrode (também conhecido como Deus sol). Tamuz significa "filho do deus-Sol".Todo ano no dia do aniversário de seu nascimento, ela alegava que Ninrode visitaria a árvore deixaria presentes nela. O dia do aniversário de Tamuz era 25 de dezembro. Esta é a origem da árvore de Natal.
Por meio de joguetes, Semíramis transformou-se na "Rainha dos céus" dos babilônicos, e Tamuz sob vários nomes converteu-se no "divino filho do céu".
Por gerações Tamuz passou a ser o falso messias, filho de bala o deus-sol. Neste sistema babilônico a "mãe e a criança" ou "a virgem e o menino", isto é Semíramis e Tamuz (Ninrode redivivo), transformaram-se em objetos principais de adoração (Ezequiel 8:6 a 16).
Esta crença, da "virgem e o menino", espalhou-se pelo mundo. No Egito era Isis e Osíris" (o nome Isis significa "rainha dos céus"). Na Ásia eram "Cibele e Deois". Em Roma, Fortuna e Jupterpuer". Até mesmo na Grécia, China, Japão e Tibet encontra-se o equivalente da madona, muitos antes do nascimento de Jesus Cristo.
Deste modo fica fácil perceber como estes costumes penetraram na Igreja e como chagaram até nós. A verdade pode ser chocante, mas nós que buscamos viver na verdade do senhor Jesus Cristo devemos estar a tentos as artimanhas que o diabo adentrou dentro do seio da igreja e em nossos costumes.
Outros costumes:
A coroa de Azevinho (coroa de Natal) - as pessoas enfeitam as portas com esta coroa, mas na verdade, esta é uma relíquia pagã. Era usado em festas pagãs no Egito.
Árvore de Natal - origem babilônica e também vem de um costume Egípcio.
Jeremias 10:2-4 - "Assim diz o Senhor: Não aprendais o caminho das nações...porque os costumes dos povos são vaidade, pois cortam do bosque um madeiro, obra das mãos do artífice, com machado; com prata e ouro o enfeitam, com pregos e com martelo o firmam para que não se mova.
Acender tochas ou velas - acender velas ou fogueiras como cerimônia cristã é apenas uma continuação de costumes pagãos de estimular o deus-sol em declínio quando ele atinge o ponto mais baixo ao sul da abóbada celeste.
Luzinha nas árvores de Natal - Semíramis, tinha os costume de acender tochas pela cidade e também nos pinheiros que cercavam o palácio, para honrar Tamuz e isto no dia do seu aniversário.
Papai Noel - O nome "Papai Noel" é uma corrupção do nome "São Nicolau", um bispo católico romano que viveu no século V. "Ele era um santo venerado pelos gregos e latinos no dia 6 de dezembro. A lenda de sua dádiva oferecida às escondidas, dotes, às filhas de um cidadão empobrecido...dizia-se ter originado o velho costume de dar presentes às escondidas na noite de São Nicolau, o que mais tarde se transferiu para o Natal." ( Enciclopédia Britânica, vol.19).
A troca de presentes - é tanto costume do natal como da Saturnália, festa e costume pagão dos romanos, antes do dia 25 de dezembro. Dar presentes não comemora o nascimento de Cristo nem a pessoa Dele.
Deixamos que um costume pagão entrasse na igreja e em nossas casas. A verdade é que o menos celebrado no Natal é justamente aquele de quem todos dizem ser o aniversário, Jesus. O natal, que celebrava o nascimento de um deus pagão, hoje ainda recebeu a adição de ser uma festa ao consumo. Um feriado para se dar presentes, onde o "espírito de Natal" é que move a generosidade, e não o amor de Cristo em nossos corações.
Jesus disse: "Mas em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos dos homens". Mateus 15:9
A verdade sobre o natal (parte 1)

Primeiramente temos que analisar a simples data 25 de dezembro. Já foi mais do que comprovado que Jesus não poderia ter nascido nesta data.
Era inverno - pastores não estariam com suas ovelhas do lado de fora, sendo assim os pastores não veriam os anjos no campo.
Sabe-se que antes que antes do século IV não se comemorava aniversário de Jesus. Os discípulos e apóstolos não foram instruídos para faze-lo e nem deixaram instrução para tal fim. A Enciclopédia Católica diz:
Edição em 1911:
"O Natal não era comemorado entre as primeiras festas da Igreja...os primeiros indícios da festa provem do Egito."
Edição de 1946:
Afirma que a festa foi mais tarde adquirida do paganismo.
Edição de 1924:
Esta festa não era celebrada no começo porque o costume Cristão era de celebrar a morte de pessoas importantes, não o seu nascimento. No século IV A igreja ordenou que se celebrasse o nascimento de Cristo no dia da festividade romana em honra ao nascimento do sol, pois não se sabia o dia exato do nascimento de Jesus.
A New Schoff-Herzog Enciclopedy of Religious Knowledge (Enciclopédia de conhecimentos religiosos) explica:
Era costume pagão romano de celebrar a Brumália (25 de dezembro) que seguia a Saturnália (17-24 de dezembro). Celebrando o dia mais curto do ano e o "novo sol". Estas festas estavam arraigadas por demais aos costumes populares para serem abandonados pela influencia cristã. A festividade era acompanhada, por bebedice e orgias. Agradava tanto aos cristãos que estes viam com agrado uma desculpa para continuar celebrando-a sem grandes alterações no espírito e na forma. Os pregadores cristãos do Ocidente e do oriente protestavam contra o modo frívolo com que os cristãos da Mesopotâmia celebravam o nascimento de Cristo. E os cristãos da Mesopotâmia acusavam os ocidentais de idolatria e culto ao sol, por aceitarem como cristã esta festa pagã.
Temos que nos lembrar que os cristãos eram poucos quando Constantino impôs o cristianismo a todo o Império. A população tinha sido criada em costumes pagãos, dentre os quais 25 de Dezembro era a maior das festividades idólatras. Era uma festa especial e alegre. Ninguém queria renunciá-la. Esta Enciclopédia acima explica que a aprovação do domingo por Constantino, dia em que se celebrava o sol, e com a influencia do maniqueísmo pagão que identifica o Filho de Deus com o sol físico proporcionou aos pagãos, agora "convertidos" em massa, o pretexto necessário para a festa de 25 de dezembro. (Dia do nascimento do deus-sol - dia do nascimento do Filho de Deus).
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
terça-feira, 6 de novembro de 2007
quarta-feira, 31 de outubro de 2007
Intercâmbio com a IBC de São Luis dia 07 de setembro.
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
domingo, 28 de outubro de 2007
Musical infantil

O musical infantil - Momô - Foi apresentado pela nossa unijovem em Campo Maior no dia 12 de outubro, dia das crianças e no dia treze em nossa igreja. Foi uma apresentação abençoada, depois de muito esforço, muito ensaio e muita oração o musical foi um sucesso para honra do nosso Deus. A coordenadora de adolescentes da unijovem a irmª Lucélia foia a produtora e diretora desse trabalho, fez nossas maquiagens e montou todas as fantasias.
todos que participaram deste evento estão de parabéns e que Deus recompense vcs!
"Eu faço parte"

O tema da Jubac desse ano que esta acabando foi "Eu faço parte" a intenção foi de mostrar para os jovens de nossa igreja que a juventude é formada por todos nós e que todos temos a responsabilidade nesse ministério.
Espero que essa mensagem tenha ficado no coração de todos e que no proximo ano nos sintamos responsáveis por este trabalho que Deus nos confiou.
sábado, 27 de outubro de 2007
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